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Vitamina K

Vitamina K

A vitamina K é uma vitamina lipossolúvel, que só é absorvida com o auxílio de gorduras. Essa vitamina está dividida em dois grupos: a vitamina K1 (filoquinona), que vem de alimentos como verduras, e a vitamina K2 (menaquinona), que é produzida por bactérias no trato gastrointestinal, em pequenas quantidades.A vitamina K tem várias funções no corpo, como a coagulação sanguínea, a fixação do cálcio nos ossos, deixando-os mais fortes, e participa do crescimento e regulação das células. Além disso, a vitamina K também auxilia na saúde cardiovascular. Benefícios Auxilia na coagulação sanguínea e na cicatrização de feridas: A vitamina K ajuda a produzir quatro das 13 proteínas necessárias para a coagulação do sangue, impedindo que as feridas sangrem continuamente, permitindo que possam cicatrizar. Fortalece os ossos: A vitamina K está envolvida na produção da osteocalcina, uma proteína necessária para prevenir o enfraquecimento dos ossos. Protege a saúde cardiovascular: A vitamina K está envolvida na produção das proteínas Gla da matriz (MGP), que ajudam a prevenir a calcificação ou endurecimento das artérias cardíacas, um fator contribuinte para doenças cardíacas. Melhora a saúde cognitiva: A vitamina K auxilia na produção da proteína Gas6 e da proteína S. A proteína Gas6 atua no processo de mielinização e é uma importante reguladora da sobrevivência e crescimento celular. Já a proteína S tem efeitos neuroprotetores durante lesões hipóxicas/isquêmicas. Além disso, a vitamina K participa do metabolismo dos esfingolipídeos, que são constituintes importantes da bainha de mielina e das membranas neuronais, além de estarem envolvidos em eventos moleculares importantes, como sinalização celular. A vitamina K também possui efeitos neuroprotetores devido à sua ação antioxidante. Onde posso encontrar? De origem animal: •Frango (peito);•Carne moída;•Figado de frango. De origem vegetal: •Couve;•Folhas de nabo;•Espinafre;•Couve;•Brócolis;•Soja;•Cenoura;•Óleo de soja;•Abobora;•Romã;•Quiabo;•Pinhões;•Alface americana;•Uvas;•Óleo de canola;•Castanha de Cajú. Recomendação diária da vitamina K Do nascimento aos 6 meses: 2.0 mcg; Bebês de 7 a 12 meses: 2,5 mcg; Crianças de 1 a 3 anos: 30 mcg; Crianças de 4 a 8 anos: 55 mcg; Crianças de 9 a 13 anos: 60 mgc; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 75 mcg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 75 mcg; Homens adultos: 120 mcg; Mulheres adultas: 90 mcg ; Adolescentes grávidas: 75 mcg; Mulheres adultas grávidas: 90 mcg ; Adolescentes lactantes: 75 mcg; Mulheres adultas lactantes: 90 mcg. Deficiência de vitamina K A deficiência de vitamina K pode causar: •Sangramento; •Hemorragias; •Osteoporose. Grupos em risco de deficiência da Vitamina K Recém-nascidos não tratados com vitamina K ao nascer: O transporte da vitamina K através da placenta é deficiente, aumentando o risco de deficiência dessa vitamina em recém-nascidos. Pessoas com distúrbios de má absorção: Pessoas com distúrbios de absorção, como fibrose cística, doença celíaca, colite ulcerativa e síndrome do intestino curto, podem ter dificuldades para absorver a vitamina K. Interação droga-nutriente Varfarina (Coumadin) e anticoagulantes semelhantes: Esses medicamentos antagonizam a atividade da vitamina K, levando à depleção dos fatores de coagulação dependentes dessa vitamina. Antibióticos: Os antibióticos podem destruir as bactérias produtoras de vitamina K no intestino. Sequestrantes de ácidos biliares: Sequestrantes de ácidos biliares, como a colestiramina (Questran) e o colestipol (Colestid), são medicamentos usados para diminuir o colesterol, prevenindo a reabsorção de ácidos biliares. No entanto, esses medicamentos também podem inibir a absorção de vitamina K e de outras vitaminas lipossolúveis (que dependem de gorduras para serem absorvidas). Orlistate: Esse medicamento reduz a absorção de gordura alimentar pelo corpo e, ao fazer isso, também pode reduzir a absorção de vitaminas lipossolúveis, como a vitamina K. Referencias OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Vitamin K – Health Professional Fact Sheet. National Institutes of Health. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminK-HealthProfessional/. Acesso em: 20 fev. 2025. PRESSE, N. et al. Vitamin K status and cognitive function in healthy older adults. Neurobiology of aging, v. 34, n. 12, p. 2777–2783, 2013. HARVARD T.H. CHAN SCHOOL OF PUBLIC HEALTH. Vitamin K. Disponível em: https://nutritionsource.hsph.harvard.edu/vitamin-k/. Acesso em: 16 fev. 2025. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina E

Vitamina E

A vitamina E, também conhecida como tocoferol ou alfa-tocoferol, é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, só é absorvida na presença de gorduras. Ela possui oito formas naturais, divididas nas classes alfa, beta, gama e delta de tocoferol e tocotrienol, que são sintetizadas por plantas a partir do ácido homogentísico.As principais fontes dessa vitamina são os óleos vegetais.A vitamina E tem ação antioxidante, ajudando a manter a saúde e prevenindo algumas doenças, como doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurológicas. Além disso, sua ação antioxidante protege as membranas celulares, prevenindo o envelhecimento precoce. Benefícios Melhora a saúde da pele: a vitamina E protege as células contra o estresse oxidativo, reduz a inflamação e ajuda a prevenir queimaduras solares causadas pelos raios UV. Previne doenças cardíacas: a vitamina E pode ajudar a prevenir doenças cardíacas, pois inibe a oxidação do colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL). Além disso, também pode contribuir para a prevenção da formação de coágulos sanguíneos, que podem levar a um ataque cardíaco ou tromboembolismo venoso. Previne o câncer: a vitamina E tem ação antioxidante, combatendo os radicais livres. Se não forem controlados, esses radicais podem contribuir para o desenvolvimento do câncer. Previne a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA): alguns estudos sugerem que pessoas que tomam suplementos de vitamina E regularmente apresentam menor risco de morrer de ELA em comparação com aquelas que nunca consomem esse suplemento. Onde posso encontrar? •Óleo de gérmen de trigo;•Sementes de girassol;•Amêndoas;•Óleo de girassol;•Óleo de cártamo;•Avelãs;•Manteiga de amendoim;•Amendoim torrado seco;•Óleo de milho;•Espinafre;•Brócolis;•Óleo de soja;•Kiwi;•Manga;•Tomate;•Espinafre. Recomendação diária da vitamina E Do nascimento aos 6 meses: 4 mg; Bebês de 7 a 12 meses: 4 mg; Crianças de 1 a 3 anos: 6 mg; Crianças de 4 a 8 anos: 7 mg; Crianças de 9 a 13 anos: 11 mg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 15 mg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 15 mg; Homens adultos: 15 mg; Mulheres adultas: 15 mg; Adolescentes grávidas: 15 mg; Mulheres adultas grávidas: 15 mg; Adolescentes lactantes: 19 mg; Mulheres adultas lactantes: 19 mg. Deficiência de vitamina E Os sintomas de deficiência incluem: •Neuropatia periférica;•Ataxia;•Miopatia esquelética;•Retinopatia;•Comprometimento da resposta imune. Grupos em risco de deficiência da Vitamina E: Recém-nascidos: as reservas de vitamina E em recém-nascidos são geralmente baixas, pois apenas uma pequena quantidade dessa vitamina atravessa a placenta. Pessoas com doenças como doença celíaca, fibrose cística, pancreatite crônica, colestase hepática ou síndrome do intestino curto: essas doenças podem causar problemas na absorção de gorduras e, consequentemente, na absorção da vitamina E. Suplementos •Tocoferol Natural (d-alfa-tocoferol); •Tocoferol Sintético (dl-alfa-tocoferol); •Mistura de Tocoferóis; •Tocotrienóis. Malefícios causados pelo exesso devitamina E O excesso de suplementos de vitamina E pode aumentar o risco de sangramentos e até interferir na coagulação sanguínea. Interação droga-nutriente Medicamentos anticoagulantes e antiplaquetários: a vitamina E pode inibir a agregação plaquetária e interferir nos fatores de coagulação dependentes da vitamina K. Quimioterapia e radioterapia: antioxidantes, como a vitamina E, podem reduzir a eficácia da quimioterapia e da radioterapia, pois inibem o dano oxidativo celular nas células cancerosas. Referencias KEEN, M. A.; HASSAN, I. Vitamin E in dermatology. Indian dermatology online journal, v. 7, n. 4, p. 311–315, 2016. NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH (NIH). Vitamin E: fact sheet for health professionals. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminE-HealthProfessional/. Acesso em: 19 fev. 2025. RIZVI, S. et al. The role of vitamin e in human health and some diseases. Sultan Qaboos University medical journal, v. 14, n. 2, p. e157-65, 2014. POWELL, J. Vitamin E. Disponível em: https://nutritionsource.hsph.harvard.edu/vitamin-e/. Acesso em: 6 mar. 2025. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina D

Vitamina D

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, se dissolve apenas em gorduras. Ela pode ser obtida de duas formas: pela exposição ao sol ou pela alimentação.No primeiro caso, a vitamina D é produzida pelo próprio organismo. Quando a pele é exposta aos raios ultravioletas B (UVB) do sol, a radiação (com comprimento de onda entre 290 e 315 nm) atinge o 7-desidrocolesterol, um composto presente na pele, convertendo-o em pré-vitamina D3.Além da síntese pela pele, a vitamina D também pode ser obtida pela alimentação, por meio de alimentos ricos nesse nutriente, como óleo de bacalha, salmão, leite, leite de soja, entre outros.A principal função da vitamina D é auxiliar na absorção de cálcio e fósforo, minerais essenciais para a saúde dos ossos. Além disso, ela pode reduzir o crescimento de células cancerígenas, controlar infecções, diminuir inflamações e melhorar as funções neurológicas e cardiovasculares. Benefícios Formação e manutenção dos ossos: a vitamina D auxilia na absorção do cálcio e do ferro, ajudando a prevenir problemas como a osteoporose. Desenvolvimento muscular: a vitamina D é essencial para o crescimento e fortalecimento das fibras musculares. Além disso, ela aumenta a força dos músculos, pois auxilia na absorção do cálcio, um mineral fundamental para as contrações musculares e o bom funcionamento dos músculos. Prevenção da aterosclerose: A vitamina D exerce diversos efeitos benéficos sobre o sistema cardiovascular, incluindo propriedades anti-hipertróficas, inibição da proliferação de cardiomiócitos, estímulo à proliferação de células musculares lisas, regulação da expressão do fator de crescimento endotelial e inibição da liberação do peptídeo natriurético e do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Prevenção do Alzheimer: q doença de Alzheimer está associada ao acúmulo extracelular de placas de beta-amiloide, que comprometem a função neurológica. A vitamina D estimula a fagocitose dessas placas e sua eliminação pelas células do sistema imunológico, especialmente pelos macrófagos. Controle de infecções e redução de inflamações: a vitamina D modula o sistema imunológico inato e adaptativo, influenciando a produção de peptídeos antimicrobianos, como a catelicidina, e regulando a cascata inflamatória. Onde posso encontrar? De origem animal: •Óleo de fígado de bacalhau: 34,0 mcg;•Salmão;•Leite;•Sardinha;•Ovo;•Fígado;•Atum;•Queijo Cheddar. De origem vegetal: •Leite de soja;•Leite de amêndoas;•Leite de Aveia; Outros: •Cogumelo. Recomendação diária da vitamina D De 0 aos 12 meses: 10 mcg (600 UI); De 1 a 13 anos: 15 mcg (600 UI); De 14 a 18 anos: 15 mcg (600 UI); De 51 a 70 anos: 15 mcg (600 UI); Adolescentes/Mulheres grávidas: 15 mcg (600UI); +70: 20 mcg (600UI). Deficiência de vitamina D A deficiência de vitamina D pode causar: •Raquitismo em crianças; •Osteomalácia. Grupos em risco de deficiência da Vitamina D: Lactentes: a deficiência de vitamina D pode ocorrer porque o leite materno contém pouca quantidade dessa vitamina. Idosos: a deficiência de vitamina D pode ser causada por diversos fatores, como ingestão inadequada de alimentos, falta de exposição solar e redução da capacidade da pele de sintetizar a vitamina D. Pessoas com exposição solar limitada: a falta de exposição ao sol pode levar à deficiência de vitamina D, já que sua principal fonte é a síntese cutânea estimulada pela radiação ultravioleta B (UVB). Pessoas com pele escura: a melanina reduz a capacidade da pele de produzir vitamina D a partir da luz solar, aumentando o risco de deficiência. Pessoas com condições que limitam a absorção de gordura: indivíduos com doenças como hepáticas, fibrose cística, doença celíaca, doença de Crohn e colite ulcerativa podem ter dificuldade em absorver gorduras e, consequentemente, a vitamina D. Pessoas obesas: indivíduos com obesidade conseguem sintetizar vitamina D pela pele, mas a maior quantidade de gordura subcutânea pode sequestrar essa vitamina, reduzindo sua disponibilidade no organismo e aumentando o risco de deficiência. Pessoas que passaram por cirurgia de redução de estômago (bypass gástrico): nesse procedimento, parte do intestino delgado superior, onde ocorre a absorção da vitamina D, é desviada, o que pode levar à deficiência dessa vitamina. Suplementos •Vitamina D2; •Vitamina D3. Malefícios causados pelo exesso devitamina D Quantidades excessivas de suplemento de vitamina D pode causar toxicidade. Problemas causados pelo exesso de vitamina D: •Hipercalcemia; •Insuficiência renal; •Calcificação de tecidos por todo corpo (incluindo vasos coronários e válvulas cardíacas) •Arritmias cardíacas; •Morte. Interação droga-nutriente Orlistate: o Orlistate é um medicamento para perda de peso. Por reduzir a gordura corporal, também pode diminuir a absorção da vitamina D, já que essa vitamina precisa de gordura para ser absorvida. Estatinas: esses medicamentos reduzem a síntese de colesterol, o que pode se tornar um problema, pois a vitamina D endógena é derivada do colesterol. Esteroides: esses medicamentos podem reduzir a absorção de cálcio e prejudicar o metabolismo da vitamina D. Diuréticos tiazídicos: esses medicamentos diminuem a excreção de cálcio. Quando combinados com suplementos de vitamina D, podem levar à hipercalcemia. Referencias GUNVILLE, C. F.; MOURANI, P. M.; GINDE, A. A. The role of vitamin D in prevention and treatment of infection. Inflammation & allergy drug targets, v. 12, n. 4, p. 239–245, 2013. HAIDER, F. et al. Vitamin D and cardiovascular diseases: An update. Cureus, v. 15, n. 11, p. e49734, 2023. HARVARD T.H. CHAN SCHOOL OF PUBLIC HEALTH. Vitamin D. Disponível em: https://nutritionsource.hsph.harvard.edu/vitamin-d/. Acesso em: 16 fev. 2025. OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Vitamin D: Fact Sheet for Health Professionals. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminD-HealthProfessional/#en59. Acesso em: 16 fev. 2025. PLANTONE, D. et al. Vitamin D in neurological diseases. International journal of molecular sciences, v. 24, n. 1, p. 87, 2022. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina C

Vitamina C

A vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico, é uma vitamina hidrossolúvel que não é sintetizada nem armazenada pelo organismo, sendo necessário seu consumo diário por meio da alimentação. Essa vitamina desempenha funções essenciais no corpo, como auxiliar na absorção de ferro, prevenindo anemias, e atuar na síntese de colágeno, uma proteína fundamental para a saúde da pele, tendões, ligamentos e vasos sanguíneos. Além disso, a vitamina C possui ação antioxidante, protegendo as células contra danos causados por radicais livres. Benefícios Auxilia na saúde da pele: a vitamina C é um antioxidante que protege as células contra danos causados por radicais livres, incluindo aqueles induzidos pela radiação ultravioleta (UV). Além disso, desempenha um papel importante na síntese de colágeno, proteína responsável por conferir firmeza e elasticidade à pele. Evita a anemia: a vitamina C potencializa a absorção do ferro não heme (de origem vegetal). Essa vitamina mantém o ferro no estado ferroso e forma o quelato ferro-ascorbato, que é mais solúvel e, portanto, mais facilmente absorvido pelo organismo. Previne o escorbuto: o escorbuto é caracterizado pelo enfraquecimento das estruturas colágenas, resultando em má cicatrização de feridas e imunidade prejudicada. A vitamina C previne essa condição por ser essencial para a síntese de colágeno. Contribui para a saúde cardiovascular: a vitamina C inibe a oxidação do colesterol LDL, reduz a peroxidação lipídica e aumenta os níveis de glutationa, ajudando a proteger o sistema cardiovascular. Auxilia na saúde do cérebro: a vitamina C é um antioxidante que reduz o estresse oxidativo, prevenindo danos aos neurônios. Além disso, pode inibir a formação do peptídeo beta-amiloide, cuja acumulação está associada à doença de Alzheimer. Também modula a atividade do glutamato, principal neurotransmissor excitatório do cérebro, reduzindo a excitotoxicidade, que pode levar à morte neuronal. Onde posso encontrar? •Pimentões vermelho, verde e amarelo; •Acerola; •Laranja; •Kiwi; •Brócolis; •Morangos; •Couve de Bruxelas; •Tomate; •Melão; •Repolho; •Couve-flor •Batata. Recomendação diária da vitamina C Do nascimento aos 6 meses: 40 mg; Bebês de 7 a 12 meses: 50 mg; Crianças de 1 a 3 anos: 15 mg; Crianças de 4 a 8 anos: 25 mg; Crianças de 9 a 13 anos: 45 mg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 75 mg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 65 mg; Homens adultos: 90 mg; Mulheres adultas: 75 mg; Adolescentes grávidas: 80 mg; Mulheres adultas grávidas: 85 mg; Adolescentes lactantes: 115 mg; Mulheres adultas lactantes: 120 mg. Deficiência de vitamina C A deficiência em vitamina C pode causar: •Escorbuto;•Anemia;•Problemas na pele. Grupos em risco de deficiência da Vitamina C Fumantes e fumantes passivos: estudos mostram que fumantes apresentam níveis mais baixos de vitamina C no plasma e nos leucócitos, devido, em parte, ao aumento do estresse oxidativo. Bebês alimentados com leite de vaca fervido: o leite de vaca contém pouquíssima vitamina C e, além disso, o processo de fervura pode destruir completamente essa pequena quantidade. O ideal é oferecer apenas leite materno ou fórmula infantil, pois ambos fornecem quantidades adequadas de vitamina C para o bebê. Pessoas com má absorção e certas doenças crônicas: indivíduos com má absorção intestinal grave, caquexia, alguns tipos de câncer ou doença renal terminal em hemodiálise crônica podem ter um risco aumentado de deficiência de vitamina C. Suplementos •Ácido ascórbico;•Ascorbato de sódio;•Ascorbato de cálcio;•Ascorbatos minerais;•Ácido ascórbico com bioflavonóides. Malefícios causados pelo exesso devitamina C A alta ingestão de vitamina C não causa efeitos adversos graves, mas pode causar: •Diarreia;•Náuseas;•Cólicas abdominais;•Formação de cálculos renais em pessoas com hiperoxalúria preexistente;•Danos teciduais em pessoas com hemocromatose hereditária. Interação droga-nutriente Inibidores da 3-hidroxi-3-metilglutaril coenzima A redutase (estatinas): Alguns estudos sugerem que a vitamina C, em conjunto com outros antioxidantes, pode atenuar o aumento do colesterol HDL (‘bom’) induzido pela combinação de niacina e sinvastatina (Zocor). No entanto, mais pesquisas são necessárias para confirmar esse efeito. Referencia CARR, A. C.; MAGGINI, S. Vitamin C and immune function. Nutrients, v. 9, n. 11, 2017. FANTINI, A. P. et al. Disponibilidade de ferro em misturas de alimentos com adição de alimentos com alto teor de vitamina C e de cisteína. Food Science and Technology, v. 28, n. 2, p. 435–439, 2008. INSTITUTO NACIONAL DE SAÚDE (NIH). Vitamin C: Fact Sheet for Health Professionals. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminC-HealthProfessional/. Acesso em: 18 fev. 2025. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina B12 (Cobalamina)

Vitamina B12 (Cobalamina)

A vitamina B12, também conhecida como cobalamina, é uma das oito vitaminas do complexo B, conhecidas por serem hidrossolúveis, o que significa que se dissolvem em água. Diferente das outras vitaminas do complexo B, a vitamina B12 é armazenada no fígado em grandes quantidades. Ela é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, tornando essencial a suplementação ou o consumo de alimentos fortificados para pessoas que seguem dietas veganas ou vegetarianas estritas. Essa vitamina é necessária para a função e o desenvolvimento de diversas partes do corpo, incluindo o cérebro, os nervos e as células sanguíneas. Benefícios Auxilia na saúde do coração: A vitamina B12, junto com a vitamina B9, contribui para a redução da homocisteína, um aminoácido associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Auxilia na saúde mental: A vitamina B12 atua como cofator na síntese de neurotransmissores como serotonina e dopamina. Sua deficiência pode afetar o humor, as emoções e o sono, aumentando o risco de transtornos psiquiátricos. Evita anemia perniciosa: A vitamina B12, juntamente com a vitamina B9, participa da formação e maturação dos glóbulos vermelhos. Sua deficiência pode levar à anemia perniciosa, caracterizada por glóbulos vermelhos anormalmente grandes e imaturos. Auxilia no desenvolvimento do feto: A vitamina B12 desempenha um papel fundamental no desenvolvimento fetal, contribuindo para o crescimento cerebral, mielinização, neurogênese e conectividade sináptica, especialmente nos córtices visual e auditivo. Auxilia na saúde óssea: A vitamina B12 ajuda a manter a resistência óssea ao reduzir os níveis de homocisteína, um aminoácido que, em altas concentrações, pode comprometer a estrutura do colágeno e aumentar o risco de osteoporose. Fortalece o sistema imunológico: Estudos indicam que a vitamina B12 pode estimular a proliferação dos linfócitos T e melhorar a produção de anticorpos pelos linfócitos B, tornando-a essencial para uma resposta imunológica eficaz. Onde posso encontrar? De origem animal: •Fígado bovino;•Ostras;•Salmão;•Atum;•Carne bovina (15% de gordura);•Leite;•Iogurte;•Queijo Cheddar;•Ovo;•Perú; De origem vegetal: •Levedura nutricional;•Cereais matinais fortificados. Recomendação diária da vitamina B12 Do nascimento aos 6 meses: 0,4 mcg; Bebês de 7 a 12 meses: 0,5 mcg; Crianças de 1 a 3 anos: 0,9 mcg; Crianças de 4 a 8 anos: 1,8 mcg; Crianças de 9 a 13 anos: 2,4 mcg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 2,4 mcg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 2,4 ; Homens adultos: 2,4 mcg; Mulheres adultas: 2,4 mcg ; Adolescentes grávidas: 2,6 mcg; Mulheres adultas grávidas: 2,6 mcg; Adolescentes lactantes: 2,8 mcg; Mulheres adultas lactantes: 2,8 mcg. Deficiência de vitamina B12 A deficiência de vitamina B12 pode causar: •Anemia megaloblástica; •Baixas contagens de glóbulos brancos e vermelhos; •Plaquetas ou uma combinação; •Glossite da língua; •Fadiga; •Palpitações; •Pele pálida; •Demência; •Perda de peso; •Infertilidade; •Depressão; •Dormência; •Formigamento nas mãos e pés; Em fetos e bebês a falta de vitamina B12 pode causar: •Defeitos do tubo neural; •Atrasos no desenvolvimento; •Retardo de crescimento; •Anemia. Grupos em risco de deficiência da Vitamina B12 Adultos mais velhos com gastrite atrófica ou infecção por Helicobacter pylori: A gastrite atrófica reduz a produção de fator intrínseco e a secreção de ácido clorídrico no estômago, prejudicando a absorção da vitamina B12. A infecção por Helicobacter pylori pode causar inflamação que compromete a absorção da vitamina B12 dos alimentos. Indivíduos com anemia perniciosa: A anemia perniciosa é uma doença autoimune que causa atrofia gástrica, levando à destruição das células do estômago responsáveis pela produção do fator intrínseco. Como resultado, há uma deficiência na absorção da vitamina B12, tanto da dieta quanto da bile reciclada. Indivíduos com distúrbios gastrointestinais: Pessoas com doença celíaca ou doença de Crohn podem ter dificuldades na absorção da vitamina B12, o que compromete os estoques corporais dessa vitamina. Indivíduos que passaram por cirurgia gastrointestinal: Procedimentos cirúrgicos no trato digestivo podem remover parcial ou totalmente células produtoras de ácido clorídrico e fator intrínseco, reduzindo a absorção da vitamina B12 ligada aos alimentos. Veganos e vegetarianos: Como a vitamina B12 é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, veganos e vegetarianos estritos têm maior risco de deficiência e podem precisar recorrer a alimentos fortificados ou suplementação. Suplementos •Vitamina B12;•Cianocobalamina;•Adenosilcobalamina;•Metilcobalamina;•Hidroxicobalamina;•Multivitamínicos/minerais. Malefícios causados pelo exesso devitamina B12 Mesmo em grandes doses, a vitamina B12 é geralmente considerada segura, pois o corpo regula sua absorção e elimina o excesso pela urina. Além disso, parte dela é armazenada no fígado para uso futuro. Interação droga-nutriente Inibidores do ácido gástrico: Medicamentos como omeprazol, lansoprazol, cimetidina e ranitidina reduzem a produção de ácido no estômago para aliviar sintomas como azia. No entanto, o ácido gástrico é essencial para a absorção da vitamina B12 dos alimentos. Assim, o uso prolongado desses medicamentos pode aumentar o risco de deficiência de B12. Metformina: Usada para tratar diabetes tipo 2, a metformina pode interferir na absorção da vitamina B12 no intestino, elevando o risco de deficiência a longo prazo. Referencias CRUZ-RODRÍGUEZ, J. et al. Maternal Vitamin B12 Status during Pregnancy and Early Infant Neurodevelopment: The ECLIPSES Study. Nutrients, v. 15, n. 6, p. 1529, 22 mar. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10051123/. Acesso em: 18 fev. 2025. COUSSIRAT, C. et al. Vitaminas B12, B6, B9 e homocisteína e sua relação com a massa óssea em idosos. Revista brasileira de geriatria e gerontologia, v. 15, n. 3, p. 577–585, 2012. JOHNSON, L. E. Deficiência de vitamina B12. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-nutricionais/vitaminas/defici%C3%AAncia-de-vitamina-b12. Acesso em: 18 fev. 2025. NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH (NIH). Vitamin B12 – Health Professional. Office of Dietary Supplements, 2023. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminB12-HealthProfessional/. Acesso em: 18 fev. 2025. RYAN-HARSHMAN, M.; ALDOORI, W. Vitamin B12 and health. Canadian Family Physician, v. 54, n. 4, p. 536–541, 2008. STOUGH, C. et al. Reducing occupational stress with a B-vitamin focused intervention: a randomized clinical trial: study protocol. Nutrition Journal, v. 13, n. 1, p. 122, 22 dez. 2014. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4290459/. Acesso em: 18 fev. 2025. TAMURA, J. et al. Immunomodulation by vitamin B12: augmentation of CD8+ T lymphocytes and natural killer (NK) cell activity in vitamin B12-deficient patients by methyl-B12 treatment: Vit.B12 augments CD8+ cells and NK cell activity. Clinical and experimental immunology, v. 116, n. 1, p. 28–32, 1999. VALIZADEH,

Vitamina B9 (Ácido fólico ou Folato)

Vitamina B9 (Ácido fólico ou Folato)

A vitamina B9, também conhecida como ácido fólico ou folato, é uma vitamina hidrossolúvel que faz parte do complexo B. Essa vitamina tem várias funções no nosso organismo, como a de auxiliar na produção de hemácias, na síntese de DNA e nas funções cognitivas. A vitamina B9 é muito importante para a saúde, pois atua em várias regiões do corpo, como no coração, no cérebro e no sistema nervoso. Benefícios Previne doenças neurológicas: baixos níveis de folato e níveis elevados de homocisteína são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças como Alzheimer e depressão. Previne doenças cardiovasculares: a vitamina B9 (folato) diminui os níveis de homocisteína. A homocisteína elevada pode causar doenças cardiovasculares. Previne câncer: estudos mostram que baixos níveis de folato podem danificar o DNA, dificultar seu reparo, aumentar as mutações e alterar a forma como os genes são regulados. Essas mudanças aumentam o risco de células se tornarem cancerígenas. Evita defeitos do tubo neural (DTNs) em bebês: Durante a gravidez, o folato é necessário para a síntese de ácido nucleico, o que é importante para o desenvolvimento adequado do cérebro e da coluna, prevenindo defeitos do tubo neural. Onde posso encontrar? De origem animal:•Figado bovino;•Carangueijo;•Ovo;•Peixe;•Leite;•Carne moída;•Peito de frango. De origem vegetal•Espinafre;•Ervilhas;•Arroz Branco;•Couve de bruxelas;•Alface romana;•Abacate;•Brócolis;•Pão branco;•Ervilha verde;•Germen de trigo;•Suco de laranja;•Folhas de nabo. Recomendação diária da vitamina B9 Do nascimento aos 6 meses: 65 mgc; Bebês de 7 a 12 meses: 80 mgc; Crianças de 1 a 3 anos: 150 mg; Crianças de 4 a 8 anos: 200 mgc; Crianças de 9 a 13 anos: 300 mgc; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 400 mgc; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 400 mgc ; Homens adultos: 400 mgc; Mulheres adultas: 400 mgc; Adolescentes grávidas: 600 mgc; Mulheres adultas grávidas: 600 mgc; Adolescentes lactantes: 500 mgc; Mulheres adultas lactantes: 500 mgc. Deficiência de vitamina B9 A deficiência de vitamina B9 pode causar: •Anemia megaloblástica; •Ulcerações superficiais na língua e na mucosa oral; •Alterações na pigmentação da pele do cabelo ou das unhas; •Sintomas gastrointestinais; •Concentrações sanguíneas elevadas de homocisteína. O que a deficiência de vitamina B9 pode fazer com fetos e bebês: •Retardo do crescimento fetal; •Parto prematuro; •Defeitos no tubo neural; •Baixo peso ao nascer. Grupos em risco de deficiência da Vitamina B9 Dependentes de álcool: o álcool interfere na absorção de folato, na captação hepática, acelera sua degradação e aumenta sua excreção renal. Mulheres em idade fértil: mulheres que planejam engravidar precisam consumir a quantidade adequada de vitamina B9 para evitar defeitos do tubo neural e defeitos congênitos nos bebês. Mulheres grávidas: as demandas de vitamina B9 aumentam, e muitas vezes é necessária a suplementação dessa vitamina. Pessoas com distúrbios de má absorção: a doença celíaca e a doença inflamatória intestinal podem resultar em menor absorção de folato. Pessoas com polimorfismo MTHFR: pessoas com polimorfismo MTHFR têm capacidade reduzida de converter folato em uma de suas formas ativas, o 5-MTHF, pois a enzima metilenotetra-hidrofolato redutase, necessária para essa conversão, é menos ativa. Suplementos •Ácido Fólico; •Metilfolato (5-MTHF). Malefícios causados pelo exesso devitamina B9 •Pode afetar o desenvolvimento cognitivo de crianças; •Pode afetar o sistema imunológico; •Pode comprometer a função cognitiva de pessoas mais velhas. Interação droga-nutriente Metotrexato: o Metotrexato (Rheumatrex, Trexall), usado para tratar câncer e doenças autoimunes, é antagonista da vitamina B9, pois a suplementação pode interferir nos efeitos anticâncer do metotrexato. Medicamentos antiepilépticos: os medicamentos antiepilépticos, como fenitoína (Dilantin), carbamazepina (Carbatrol, Tegretol, Equetro, Epitol) e valproato (Depacon), usados para tratar epilepsia, doenças psiquiátricas e outras condições médicas, reduzem os níveis séricos da vitamina B9. Além disso, a suplementação de vitamina B9 pode reduzir os níveis séricos desses medicamentos antiepilépticos. Sulfassalazina: A sulfassalazina (Azulfidina) é um medicamento usado principalmente para tratar colite ulcerativa, que inibe a absorção intestinal da vitamina B9. Referencias Folate and Cancer: Is There Any Association? Journal of Inborn Errors of Metabolism and Screening, v. 4, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jiems/a/jvX6ppm37PfncjMMtQ9WZMJ/. Acesso em: 22 fev. 2025. Li Y, Huang T, Zheng Y, Muka T, Troup J, Hu FB. Folic Acid Supplementation and the Risk of Cardiovascular Diseases: A Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. J Am Heart Assoc. 2016 Aug 15;5(8):e003768. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5015297/ Acesso em: 22 fev. 2025. OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Folate: Fact Sheet for Health Professionals. Bethesda, MD: National Institutes of Health, 2024. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/Folate-HealthProfessional/. Acesso em: 17 fev. 2025. REYNOLDS, E. H. The neurology of folic acid deficiency. Em: Handbook of Clinical Neurology. [s.l.] Elsevier, 2014. p. 927–943. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina B7 (Biotina)

Vitamina B7 (Biotina)

A vitamina B7, também conhecida como biotina, é uma vitamina hidrossolúvel. Ela faz parte do complexo B e desempenha várias funções no nosso corpo, como a de síntese e metabolismo de ácidos graxos, produção de glicose e metabolismo de aminoácidos. Além disso, a biotina regula a expressão genética por meio de várias vias de sinalização. Benefícios Metabolismo energético: a vitamina B7 atua no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, transformando essas macromoléculas em energia. Saúde do sistema nervoso: a vitamina B7 (biotina) é essencial para o metabolismo de ácidos orgânicos no sistema neurológico. Sua deficiência causa o acúmulo desses ácidos, resultando em sintomas como convulsões, ataxia, déficits cognitivos e perda auditiva. Saúde do cabelo e unhas: a vitamina B7 participa da síntese de proteínas e, mais especificamente, na produção de queratina, contribuindo para o crescimento saudável das unhas e cabelos. Onde posso encontrar? De origem animal: •Figado bovino;•Ovo;•Salmão;•Costela de porco;•Atum enlatado;•Queijo cheddar;•Leite;•Iogurte. De origem vegetal: •Sementes de girassol;•Batata-doce;•Amêndoas;•Espinafre;•Brócolis;•Aveia;•Banana. Recomendação diária da vitamina B3 Do nascimento aos 6 meses: 5 mcg; Bebês de 7 a 12 meses: 6 mcg; Crianças de 1 a 3 anos: 8 mcg; Crianças de 4 a 8 anos: 12 mcg; Crianças de 9 a 13 anos: 20 mcg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 25 mcg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 25 mcg ; Homens adultos: 30 mcg; Mulheres adultas: 30 mcg ; Adolescentes grávidas: 30 mcg; Mulheres adultas grávidas: 30 mcg ; Adolescentes lactantes: 35 mcg; Mulheres adultas lactantes: 35 mcg. Deficiência de vitamina B7 Os sinais e sintomas da deficiência de vitamina B7 incluí: •Erupção cutânea escamosa e vermelha ao redor das aberturas do corpo (olhos, nariz, boca e períneo); •Conjuntivite; acidose cetolática (que ocorre quando a produção de lactato excede a depuração de lactato); •Acidúria (quantidades anormais de ácido na urina); •Convulsões; •Infecção de pele; •Unhas quebradiças; •Problemas neurológicos (por exemplo, depressão, letargia, alucinações e parestesias das extremidades). •Fácies de deficiência de biotina (erupção cutânea e distribuição incomum de gordura facial). Em bebês os sinais e sintomas são: •Hipotonia (diminuição do tônus muscular); •Letargia (diminuição da energia); •Atraso no desenvolvimento em bebês. Grupos em risco de deficiência da Vitamina B7 Indivíduos com deficiência de biotinidase: A deficiência de biotinidase é uma doença autossômica recessiva rara que impede o corpo de liberar biotina livre, levando à deficiência de biotina, mesmo com ingestão normal. A falta de vitamina B7 pode causar problemas neurologicos, cutâneos, e, em casos mais críticos pode levar ao coma e a morte. Indivíduos dependentes de álcool: o álcool pode inibir a absorção de vitamina B7. Mulheres grávidas: mesmo com ingestão normal de biotina, um terço das mulheres grávidas desenvolvem deficiência nessa vitamina. Suplementos •Suplementos de vitaminas do complexo B; •Biotina oral livre. Malefícios causados pelo exesso devitamina B7 Não há evidências em humanos de que a biotina cause toxicidade em altas ingestões. Interação droga-nutriente Anticonvulsivantes: Anticonvulsivante, como o Carbamazepina (Tegretol, Carbatrol, Epitol, Equetro), primidona (Mysoline), fenitoína (Dilantin, Phenytek) e fenobarbital (Luminal, Solfoton), bem como combinações desses medicamentos, por pelo menos 1 ano podem diminuir os níveis séricos de biotina. Referencias OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Biotin: Fact Sheet for Health Professionals. Bethesda, MD: National Institutes of Health, 2024. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/Biotin-HealthProfessional/. Acesso em: 17 fev. 2025. PATEL DP, SWINK SM, CASTELO-SOCCIO L. A Review of the Use of Biotin for Hair Loss. Skin Appendage Disord. 2017 Aug; 3(3): 166-169. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5582478/ Acesso em: 17 fev. 2025. WOLF, B. The neurology of biotinidase deficiency. Molecular genetics and metabolism, v. 104, n. 1–2, p. 27–34, 2011. ZEMPLENI, J.; KUROISHI, T. Biotin. Advances in nutrition (Bethesda, Md.), v. 3, n. 2, p. 213–214, 2012. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina B6 (Piridoxina)

Vitamina B6 (Piridoxina)

A vitamina B6 (Piridoxina) é uma vitamina hidrossolúvel, que faz parte do complexo B. Essa vitamina está envolvida em grande parte das transformações do organismo, pois é uma coenzima envolvida em mais de 150 reações bioquímicas. Ela é ativa no metabolismo de macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios) e ácidos nucleicos, e participa da sinalização celular. Além disso, a vitamina B6 tem ação antioxidante e ajuda a reduzir os níveis de AGEs (produtos finais da glicação avançada), substâncias que podem causar danos às células. Benefícios Fortalece o sistema imunológico: A vitamina B6 desempenha um papel fundamental na produção de linfócitos T e interleucinas. Regula o humor: A vitamina B6 (piridoxina) tem um impacto modulador significativo e seletivo na produção central de serotonina e GABA. Serotonina é um hormônio que regula o bem estar, enquanto o GABA ajuda a acalmar o sistema nervoso ao bloquear certos impulsos entre as células nervosas, diminuindo imediatamente a atividade cerebral. Isso, por sua vez, tem um efeito calmante que pode ajudar a aliviar o estresse, a ansiedade e o medo. Tem ação anti-inflamatória: pesquisas recentes indicam que a vitamina B6 pode reduzir a inflamação no corpo influenciando a atividade dos inflamossomos e especificamente seu componente, a proteína sensorial NLRP3. Regula a pressão arterial: a vitamina B6 participa da regulação da pressão arterial (influência no sistema renina-angiotensina). Alivia sintomas da TPM: um estudo mostrou que o uso da vitamina B6 pode reduzir os sintomas emocionais (depressão, irritabilidade e cansaço) da TPM. Auxilia na produção de energia: a vitamina B6 participa do metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, ajudando a convertê-los em glicose, que é usada como fonte de energia pelas células do nosso corpo. Onde posso encontrar? de origem animal:•Figado bovino;•Atum;•Albacora;•Salmão;•Peito de frango;•Perú;•Carne bovina magra;•Queijo cottage. de origem vegetal:•Grão-de-bico;•Batatas;•Abobora;•Arroz branco;•Nozes;•Passas;•Cebola•Espinafre;•Tofu firme;•Melancia; Recomendação diária da vitamina B6 Do nascimento aos 6 meses: 0,1 mg; Bebês de 7 a 12 meses: 0,3 mg; Crianças de 1 a 3 anos: 0,5 mg; Crianças de 4 a 8 anos: 0,6 mg; Crianças de 9 a 13 anos: 1,0 mg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 1,3 mg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 1,2 mg; Homens adultos: 1,3 mg; Mulheres adultas: 1,3 mg ; Adolescentes grávidas: 1,9 mg ; Mulheres adultas grávidas: 1,9 mg; Adolescentes lactantes: 2 mg; Mulheres adultas lactantes: 2 mg; Homens (+51): 1,7 mg; Mulheres (+51): 1,5 mg. Deficiência de vitamina B6 A deficiência de vitamina B6 está associada à: •Anemia microcítica;•Anormalidades eletroencefalográficas;•Dermatite com queilose (descamação nos lábios e rachaduras nos cantos da boca);•Glossite (língua inchada);•Depressão;•Confusão;•Função imunológica enfraquecida. Em bebês a deficiência da vitamina B6 pode causar: •Irritabilidade;•Audição anormalmente aguda;•Convulsões. Grupos em risco de deficiência da vitamina B6 Indivíduos com função renal prejudicada: pessoas com problemas renais geralmente apresentam baixas concentrações de vitamina B6. Indivíduos com doenças autoimunes: pessoas com artrite reumatoide, doença celíaca, doença de Crohn, colite ulcerativa e outras doenças inflamatórias intestinais tendem a ter baixos níveis de vitamina B6. Na artrite reumatoide e na doença inflamatória intestinal, os níveis de vitamina B6 são reduzidos devido à inflamação. Na doença celíaca, a deficiência está associada à menor absorção da vitamina B6 pelo organismo. Pessoas com dependência de álcool: os níveis de vitamina B6 no sangue costumam ser muito baixos em pessoas com dependência de álcool. Isso ocorre porque o álcool gera acetaldeído, uma substância que reduz a produção de vitamina B6 nas células e interfere na sua ligação às proteínas. Além disso, a vitamina B6 dentro das células pode ser degradada mais facilmente pela fosfatase ligada à membrana celular. Suplementos •Suplementos de vitaminas do complexo B; •Piridoxina (cloridrato de piridoxina [HCl]). Malefícios causados pelo exesso devitamina B6 Não há relatos de que a alta ingestão de vitamina B6 por meio de fontes alimentares cause toxicidade. No entanto, o uso crônico de 1 a 6 g de piridoxina oral por dia, durante 12 a 40 meses, pode levar a uma neuropatia sensorial grave e progressiva, caracterizada por ataxia (perda de controle dos movimentos corporais).Além disso, o excesso de vitamina B6 pode causar lesões dermatológicas dolorosas e desfigurantes, fotossensibilidade e sintomas gastrointestinais, como náusea e azia. Interação droga-nutriente Cicloserina (seromicina) é um medicamento usado no tratamento da tuberculose. Em combinação com fosfato de piridoxal, a cicloserina aumenta a excreção urinária da vitamina B6. Alguns medicamentos antiepilépticos, como o ácido valpróico (Depakene, Stavzor), carbamazepina (Carbatrol, Epitol, Tegretol e outros) e fenitoína (Dilantin) aumentam a taxa de catabolismo dos vitameros da vitamina B6, resultando em baixas concentrações dessa vitamina no plasma. Teofilina: esse medicamento previne ou trata falta de ar, o chiado no peito e outros problemas respiratórios causados por asma, bronquite crônica, enfisema e outras doenças pulmonares. Pacientes tratados com Teofilina frequentemente apresentam baixas concentrações plasmáticas de vitamina B6. Referencias OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Vitamin B6: Fact Sheet for Health Professionals. Bethesda, MD: National Institutes of Health, 2024. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminB6-HealthProfessional/. Acesso em: 17 fev. 2025. STACH, Kamilla; STACH, Wojciech; AUGOFF, Katarzyna. Vitamina B6 na saúde e na doença. Nutrientes, Basileia, v. 13, n. 9, pág. 3229, 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8467949/. Acesso em: 17 fev. 2025. DOLL, H. et al. Pyridoxine (vitamin B6) and the premenstrual syndrome: a randomized crossover trial. The journal of the Royal College of General Practitioners, v. 39, n. 326, p. 364–368, 1989. SIAVASH, M.; TAVAKOLI, F.; MOKHTARI, F. Comparing the effects of zinc sulfate, calcium pantothenate, their combination and minoxidil solution regimens on controlling hair loss in women: A randomized controlled trial. Journal of Research in Pharmacy Practice, v. 6, n. 2, p. 89-93, abr./jun. 2017. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9577631/. Acesso em: dia mês. ano. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina B5 (Ácido pantotênico)

Vitamina B5 (Ácido pantotênico)

A vitamina B5, também conhecida como ácido pantotênico, é uma das vitaminas do complexo B e possui a característica de ser hidrossolúvel, isso significa que se dissolve em água.A vitamina B5 é essencial para a síntese da coenzima A (CoA), uma molécula vital para o metabolismo celular. A (CoA) é um composto químico que ajuda as enzimas a construir e quebrar ácidos graxos, bem como executar outras funções metabólicas, como desempenhar um papel importante no metabolismo de carboidratos e proteínas. Benefícios Produção de energia: a vitamina B5 é necessária para a síntese da coenzima A (CoA). A (CoA) participa do metabolismo intermediário, ajudando a converter macronutrientes em energia para as células. Saúde da pele: a vitamina B5 promove a hidratação da pele, auxilia a cicatrização. Além disso, as suas propriedades anti-inflamatórias contribuem para reduzir vermelhidão e irritação na pele. Saúde do sistema nervoso: A vitamina B5 é fundamental para a síntese da coenzima A (CoA), que, por sua vez, é responsável pela produção de acetilcolina, um neurotransmissor essencial na regulação do sono, na memória e na cognição. Além disso, a CoA desempenha um papel importante na produção de mielina, a camada que envolve e protege os neurônios, facilitando a condução saltatória dos impulsos nervosos e garantindo uma comunicação eficiente entre as células nervosas. Fortalecimento do sistema imunológico: a vitamina B5 auxilia as células de defesa do corpo e pode limitar o crescimento bacteriano. Crescimento capilar: estudos mostraram que a vitamina B5 pode aumentar a espessura e diminuir a queda de cabelo. Onde posso encontrar? De origem animal:•Carne bovina;•Frango;•Vísceras;•Camarão;•Perú;•Ovos;•Leite;•Iogurte;•Queijo. De origem vegetal:•Trigo integral;•Arroz integral;•Aveia;•Amendoim;•Sementes de girassol;•Grão de bico. Recomendação diária da vitamina B5 Do nascimento aos 6 meses: 1,7 mg; Bebês de 7 a 12 meses: 1,8 mg ; Crianças de 1 a 3 anos: 2 mg; Crianças de 4 a 8 anos: 3 mg ; Crianças de 9 a 13 anos: 4 mg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 5 mg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 5 mg; Homens adultos: 5 mg; Mulheres adultas: 5 mg; Adolescentes grávidas: 6 mg; Mulheres adultas grávidas: 6 mg ; Adolescentes lactantes: 7 mg. Mulheres adultas lactantes: 7 mg. Deficiência de vitamina B5 A deficiência grave pode causar: •Dormência e queimação nas mãos e pés;•Dor de cabeça;•Cansaço extremo;•Irritabilidade;•Inquietação•Problemas de sono;•Dor de estômago•Azia;•Diarreia;•Náusea;•Vômito;•Perda de apetite. Grupos em risco de deficiência da Vitamina B2 Pessoas com um distúrbio hereditário raro (neurodegeneração associada à pantotenato quinase) não podem usar o ácido pantotênico adequadamente. Esse distúrbio pode levar a sintomas de deficiência da vitamina B5. Suplementos •Suplementos de vitaminas do complexo B; •Pantotenato de cálcio; •Pantetina. Malefícios causados pelo exesso devitamina B5 A vitamina B5 é segura, mesmo em altas doses. No entanto, tomar doses muito altas de suplementos de vitamina B5 (Em torno de 10.000 mg por dia) pode causar dor de estômago e diarreia. Interação droga-nutriente Não há conhecimento de que a vitamina B5 (Ácido pantotênico) interaja ou interfira com nenhum medicamento. Referencias OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Pantothenic Acid: Fact Sheet for Consumers. Bethesda, MD: National Institutes of Health, 2024. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/PantothenicAcid-Consumer/. Acesso em: 17 fev. 2025. SANVICTORES, T.; CHAUHAN, S. Vitamina B5 (ácido pantotênico). Em: StatPearls . Treasure Island (FL): StatPearls Publishing, 2025. GHEITA, A. A.; GHEITA, T. A.; KENAWY, S. A. The potential role of B5: A stitch in time and switch in cytokine. Phytotherapy research: PTR, v. 34, n. 2, p. 306–314, 2020. HE, W. et al. Vitamin B5 reduces bacterial growth via regulating innate immunity and adaptive immunity in mice infected with Mycobacterium tuberculosis. Frontiers in immunology, v. 9, 2018. ISMAIL, N. et al. Vitamin B5 (d-pantothenic acid) localizes in myelinated structures of the rat brain: Potential role for cerebral vitamin B5 stores in local myelin homeostasis. Biochemical and biophysical research communications, v. 522, n. 1, p. 220–225, 2020. SIAVASH, M.; TAVAKOLI, F.; MOKHTARI, F. Comparing the effects of zinc sulfate, calcium pantothenate, their combination and minoxidil solution regimens on controlling hair loss in women: A randomized controlled trial. Journal of research in pharmacy practice, v. 6, n. 2, p. 89–93, 2017. Autor(a) Jessicka Santos Nutricionista l CRN-6 n° 47547/ P Fique saudável

Vitamina B3 (Niacina)

Vitamina B3 (Niacina)

A vitamina B3, também conhecida como niacina, é uma das vitaminas do complexo B solúvel em água. O termo niacina é um descritor genérico para designar tanto o ácido nicotínico como a nicotinamida. Essa vitamina atua como precursora das coenzimas nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD) e nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADP), que desempenham papéis importantes na produção de energia celular, no reparo do DNA e na sinalização celular.Sua síntese em humanos é insuficiente para suprir as necessidades metabólicas e, portanto, sua ingestão diária é fundamental. Benefícios Auxilia na saúde cardiovascular: a vitamina diminui o colesterol “ruim” (LDL) e os triglicerídeos. Além disso, ela aumenta o HDL. Esses efeitos melhoram a circulação sanguínea e, consequentemente, auxiliam na saúde do coração. Suporte à função cerebral: alguns estudos mostram que a falta de niacina pode causar problemas de memória e demência. Acredita-se que isso ocorre porque a niacina protege as células do cérebro contra estresse e danos. Atua no metabolismo e dá energia: a vitamina B3 dá origem a uma coenzima biologicamente ativa, a nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD). O NAD atua como transportador de elétrons em reações de oxidação-redução, facilitando a conversão de nutrientes em energia utilizável. Tem ação anti-inflamatória: a vitamina B3 tem ação antioxidante, ela neutraliza radicais livres e espécies reativas de oxigênio (ROS), que são compostos prejudiciais que podem se acumular no corpo e causar inflamações. Melhora a pele: A vitamina B3 faz parte de coenzimas importantes (NAD e NADP) que ajudam na transferência de energia nas células. Quando aplicada na pele, pode aumentar a hidratação da pele, estimular a produção de queratina e ceramidas, acelera a renovação das células da pele, melhora a textura da pele envelhecida, suaviza rugas e protege contra danos do sol e exerce efeito anti-inflamatório, ajudando em casos de acne, rosácea e irritações. Onde posso encontrar? De origem animal: •Fígado;•Peito de frango;•Peito de Peru;•Salmão;•Atum;•Carne de porco;•Carne bovina; De origem vegetal: •Arroz integral;•Amendoim torrado;•Arroz Branco•Batata (Russet)•Sementes de girassol (Torrado):•Leite de soja:•Lentilha•Banana•Passas•Tomate cereja•Brócolis cozido•Castanha de cajú•Iogurte natural. Recomendação diária da vitamina B3 Do nascimento aos 6 meses: 2 mg; Bebês de 7 a 12 meses: 4 mg; Crianças de 1 a 3 anos: 6 mg; Crianças de 4 a 8 anos: 8 mg; Crianças de 9 a 13 anos: 12 mg; Adolescentes do sexo masculino 14 a 18 anos: 16 mg; Adolescentes do sexo feminino de 14 a 18 anos: 14 mg; Homens adultos: 16 mg; Mulheres adultas: 14 mg; Adolescentes grávidas: 18 mg; Mulheres adultas grávidas: 18 mg; Adolescentes lactantes: 17 mg; Mulheres adultas lactantes: 17 mg. Deficiência A deficiência grave de niacina causa pelagra. A pelagra se manifesta como erupção cutânea escurecida ao sol, pele áspera, língua vermelha brilhante e problemas digestivos, como vômito e diarreia. Também pode afetar o sistema nervoso, causando problemas com a depressão, fadiga, perda de memória e alucinações. Sem tratamento, pode levar à anorexia e à morte. Grupos em risco de deficiência da Vitamina B2 Pessoas com subnutrição: pois não consomem nutrientes suficientes, incluindo as vitaminas do complexo B. Pessoas com ingestão inadequada de vitamina B2, vitamina B6 e/ou ferro:A deficiência de vitamina B2, B6 ou ferro reduz a conversão de triptofano em niacina, porque as enzimas dessa via metabólica para essa conversão dependem desses nutrientes para funcionar. Pessoas com doença de Hartnup: a doença de Hartnup é uma rara condição genética que afeta o transporte de triptofano no intestino e nos rins. Isso reduz sua absorção e aumenta a eliminação pela urina, diminuindo a conversão de triptofano em niacina. Pessoas com síndrome carcinoide: nessa síndrome o triptofano é preferencialmente oxidado em serotonina em vez de ser convertido em niacina. Suplementos •Suplementos de vitaminas do complexo B; •Ácido nicotínico; •Nicotinamida. Malefícios causados pelo exesso devitamina B3 Não há relatos de toxicidade da niacina natural presente em alimentos. No entanto, o consumo excessivo de suplementos de ácido nicotínico e nicotinamida pode causar efeitos adversos. Doses de 30 a 50 mg ou mais de ácido nicotínico podem causar rubor facial, com sensação de queimação e coceira, geralmente transitórios. Doses de 1.000 a 3.000 mg/dia podem levar a efeitos mais graves, como hipotensão, fadiga, problemas gastrointestinais, visão turva e toxicidade hepática, especialmente com formas de liberação prolongada. A nicotinamida não causa rubor e tem menos efeitos adversos do que o ácido nicotínico. No entanto, doses de 3.000 mg/dia podem causar toxicidade hepática, enquanto doses de 500–1.500 mg/dia podem levar a diarreia e trombocitopenia em pacientes em hemodiálise. Interação droga-nutriente Isoniazida e pirazinamida (juntos em Rifater): esses medicamentos usados para tratar a tuberculose reduzem a conversão de triptofano em niacina.Além disso, a isoniazida pode interferir na conversão da niacina em NAD. O NAD (nicotinamida adenina dinucleotídeo) é uma coenzima essencial para o metabolismo celular, envolvida na produção de energia e em processos como reparo do DNA e a sinalização celular. Medicamentos antidiabéticos: grandes doses de ácido nicotínico podem aumentar os níveis de glicose no sangue, causando ou agravando a resistência à insulina e aumentando a produção hepática de glicose. Referencias GASPERI, Valeria et al. Niacina no sistema nervoso central: Uma atualização de aspectos biológicos e aplicações clínicas. Revista internacional de ciências moleculares , v. 20, n. 4, p. 974, 2019. GEHRING, W. Nicotinic acid/niacinamide and the skin. Journal of cosmetic dermatology, v. 3, n. 2, p. 88–93, 2004. OFFICE OF DIETARY SUPPLEMENTS. Niacin: Fact Sheet for Health Professionals. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/Niacin-HealthProfessional/. Acesso em: 16 fev. 2025. POWELL, J. Niacin – vitamin B3. Disponível em: https://nutritionsource.hsph.harvard.edu/niacin-vitamin-b3/. 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